
Porquê retemos líquidos e como evitar que as pernas e os pés inchem
O excesso de sal e o sedentarismo podem dificultar a circulação na parte inferior do nosso corpo.
A menopausa, a menstruação ou a obstipação são fatores que predispõem para a retenção de líquidos. Isto, juntamente com uma rotina de inatividade, uma má alimentação e alterações hormonais, pode ser um dos principais motivos que afetam a circulação sanguínea, o que faz com que sintamos as pernas pesadas e os tornozelos inchem.
Por sorte, este problema tem solução.
Hábitos que ajudam a purificar o organismo
Hidrata-te mais. Bebe água, infusões (melhor com um pouco de limão), leite e caldos. O organismo é inteligente e, se detetar que tem pouco líquido, retém o que considera necessário.
Dieta mediterrânica. Uma alimentação rica em frutas, hortaliças, legumes, frutos secos e cereais integrais ajuda a evitar a obstipação, um agravante da má circulação.
Ingere mais potássio. Aumenta o consumo de alimentos ricos em potássio (bananas, legumes, espinafres, abacates, cogumelos) dado que ajudam a reduzir o sódio.
Reduz o sal. Reduz ou elimina-o, porque atrai a água. Quanto mais sal ingerires, mais líquidos vais reter. A OMS recomenda ingerir 5 g por dia (2 colheres de café).
Exercício. O ideal é treinar pelo menos 30 minutos por dia. Dançar, caminhar, nadar ou andar de bicicleta (ou elíptica) ajuda a estimular a circulação e evita problemas nas pernas.
Muda de postura. Evita permanecer muito tempo sentado. O sangue acumula-se nas pernas e os vasos sanguíneos ficam debilitados, dificultando o regresso do sangue ao coração.
Automassagem. Massaja as pernas duas vezes por dia com creme. Combina movimentos ascendentes com toda a mão, com outros como se estivesses a «amassar». Dedica 5 minutos a cada perna.
Remédios naturais. O gengibre, a cavalinha e o dente-de-leão são plantas diuréticas que favorecem a circulação. Toma-os em pó, em infusão ou em cápsulas respetivamente.
Fontes:
Organização Mundial da Saúde
União Internacional de Flebologia
Saúde das pernas e insuficiência venosa crónica. II Estudo CinfaSalud
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